segunda-feira, 25 de julho de 2011

TRIBUTAÇÃO X CRESCIMENTO

Manifesto dos médicos á nação, com o apoio da associação médica brasileira (AMB), conselho federal de medicina (CFM) e federação nacional dos médicos (FENAM)

  • O governo federal deve assegurar que os avanços anunciados pela área econômica tenham repercussão direta no reforço das políticas sociais, particularmente na área da saúde, que sofre com a falta crônica de recursos, gestão não profissionalizada e precarização dos recursos humanos.

  • A agência nacional de saúde suplementar (ANS) precisa assumir seu papel legítimo de espaço de regulação entre empresa, profissional e a população para evitar distorções que penalizam, sobretudo, o paciente. A defasagem nos honorários, as restrições de atendimentos, os descredenciamentos unilaterais, os “pacotes” com valores prefixados e a baixa remuneração trazem insegurança e desqualificam o atendimento.

Em entrevista para o jornal o globo, o próprio presidente da ANS, Maurício Ceschim, afirmou que “o interessante é que esse sistema nasceu para ser suplementar, mas do ponto de vista do consumidor o anseio é que seja substitutivo ao SUS.
“acho que cabe uma rediscussão dessa percepção, se é suplementar, complementar ou substitutivo. Hoje, não há uma integração entre saúde suplementar e pública”

De 2002 – 2003, o peso dos planos de saúde no orçamento geral das famílias era de 3% e em 2008 reduziu para 2,6%

Fonte: Folha de São Paulo



“ATÉ QUANDO NÓS MÉDICOS TEREMOS  QUE TOLERAR OS VALORES TÃO BAIXOS DOS CONVÊNIOS.”